quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Silas Malafaia: 'Se tiver pastor homossexual, ele perde o cargo'
Em
entrevista a Marília Gabriela, o pastor desmentiu que tenha patrimônio
de US$ 150 milhões e comprou mais briga com os homossexuais. "Não
acredito que dois homens e duas mulheres tenham a capacidade de criar um
ser humano".
srzd

O pastor Silas Malafaia continua causando polêmica em suas declarações sobre os homossexuais. Ele foi entrevistado pela apresentadora Marília Gabriela, do "SBT", e afirmou que não admite nenhum partor homossexuas em sua igreja. "Se tiver pastor homossexual, ele perde o cargo", disse Malafaia. Além disso, ele declarou também que não acredita que dois homens e duas mulheres tenham a capacidade de criar um ser humano, referindo-se à adoção. O religioso negou ainda que tenha um patrimônio de US$ 150 milhões e que seja o terceiro pastor mais rico do Brasil, conforme anunciou uma reportagem da revista Forbes. "Meu patrimônio é de R$ 4 milhões, R$ 2 milhões são da minha editora", revelou.
Fonte: V&C Artigos e Notícias
srzd

O pastor Silas Malafaia continua causando polêmica em suas declarações sobre os homossexuais. Ele foi entrevistado pela apresentadora Marília Gabriela, do "SBT", e afirmou que não admite nenhum partor homossexuas em sua igreja. "Se tiver pastor homossexual, ele perde o cargo", disse Malafaia. Além disso, ele declarou também que não acredita que dois homens e duas mulheres tenham a capacidade de criar um ser humano, referindo-se à adoção. O religioso negou ainda que tenha um patrimônio de US$ 150 milhões e que seja o terceiro pastor mais rico do Brasil, conforme anunciou uma reportagem da revista Forbes. "Meu patrimônio é de R$ 4 milhões, R$ 2 milhões são da minha editora", revelou.
Fonte: V&C Artigos e Notícias
O modelo e ex-BBB-11, Rodrigão, se lançou como cantor sertanejo, e agradou geral.
Rodrigão, ex-participante da 11ª edição
do realyti show global Big Brother Brasil, se lançou como cantor
sertanejo neste último domingo, dia (03/02), divulgando sua primeira
música de trabalho, com o titulo " Tô Voltando", com direito a clipe e
tudo. Na a tarde desta segunda-feira, dia (04/02), o vídeo já havia
recebido mais de 313 mil visualizações, e a repercussão tem sido muito
grande, e pelo visto, o bonitão agradou geral. Diversas pessoas deixaram
mensagens no Twitter oficial de Rodrigão, elogiando a performance, a
voz e também a canção, do galã.
Professor morre afogado em Caraúbas-RN
Mais
uma tragédia é registrada na cidade de Caraúbas. Na manhã de segunda
feira 04 de Fevereiro de 2013, populares encontraram um corpo de um
professor no Açude do Governo, "Açude Grande".
A
Polícia Militar de Caraúbas foi acionada para uma ocorrência de
afogamento nas águas de um açude nas proximidades da cidade. Joakson
Mendes de Oliveira, 26 anos de idade, professor, foi encontrado boiando
nas águas do açude Grande.
Segundo
informações, o professor foi visto ontem por volta de 17 horas em um
bar e teria saído em direção ao açude, o que fazia costumeiramente e não
retornou mais.
Familiares
foram ao local fazer o reconhecimento do corpo e informaram que o mesmo
tinha problemas com bebidas e consumo de droga.
O corpo de Joakson Mendes de Oliveira foi removido para o Instituto Técnico e Cientifico de Policia, para os procedimentos.



Reprodução Cidade News Itaú via O Câmera
sábado, 26 de janeiro de 2013
Hoje tem Garota Safada no programa da XUXA......
A banda Cearense Garota Safada ira
se apresentar no programa da XUXA da rede Globo,a data da apresentação
da banda é dia 26/01 no programa a banda Garota Safada ira fazer o
lançamento da musica ¨2 Opção¨
Fernando.Com
Fernando.Com
Roberto Carlos proíbe versão forrozeira de “Esse Cara Sou Eu” no BBB

O cantor Roberto Carlos não gostou nada
de ouvir Esse Cara Sou Eu, seu primeiro sucesso instantâneo em quase
duas décadas, na edição do último dia 15 de Big Brother Brasil 13.
Principalmente na versão dos Aviões do Forró.
A música-tema de Theo (Rodrigo Lombardi)
em Salve Jorge apareceu em ritmo de forró em um videoteipe (VT)
“estrelado” por Dhomini.
Ontem, o escritório de Roberto Carlos
notificou a TV Globo pedindo que o trecho de BBB com a música fosse
“imediatamente” retirado do ar na internet ou tornado indisponível “em
qualquer outra mídia”.
A Globo, prontamente, acatou a reivindicação do Rei.
Coluna do Daniel Castro/R7
Coluna do Daniel Castro/R7
Lucrécia é destaque mais uma vez, o portal de notícia G1 traz!
Escolaridade, e não renda, determina adesão à internet no país, diz Ibope
A escolaridade influencia mais na adesão à internet em um município
brasileiro do que a renda média da população. De acordo com o estudo
Target Group Index, realizado pelo Ibope, em famílias de igual renda, a
presença da internet é maior quando uma pessoa tem mais escolaridade.

Entre as famílias com renda mensal de R$ 300 a R$ 600, por exemplo, a
adesão à internet é de 10% entre as quais o chefe do domicílio é
analfabeto ou tem apenas instrução primária. Já nas casas com essa mesma
renda, mas com um membro da família com ensino superior, a penetração
da internet chega a 50%.
A pesquisa Target Group Index avaliou o comportamento de consumo de 20 mil pessoas entre 12 e 75 anos. O estudo foi feito de fevereiro de 2011 até o mesmo mês de 2012 em dez regiões metropolitanas do Brasil e cidades com mais de 50 mil habitantes do Sul e Sudeste, que apresentam uma melhor infraestrutura de acesso à internet.
Conforme José Calazans, analista do Ibope, a pesquisa foi aplicada em cidades maiores, pois elas sofrem menos influência da infraestrutura. “Quando a infraestrutura é eficiente, a influência da escolaridade fica mais clara”, explicou.
Dados do Censo
Para comprovar a influência da escolaridade no acesso à internet no Brasil, o Ibope aplicou esse conhecimento sobre todos os municípios por meio dos dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa concluiu que quanto maior for a renda e a escolaridade da cidade maior será a penetração da web. Segundo Calazans, a cada R$ 50 acrescentados à renda média da população do município, cresce um ponto percentual o índice de adesão à rede.
A pesquisa Target Group Index avaliou o comportamento de consumo de 20 mil pessoas entre 12 e 75 anos. O estudo foi feito de fevereiro de 2011 até o mesmo mês de 2012 em dez regiões metropolitanas do Brasil e cidades com mais de 50 mil habitantes do Sul e Sudeste, que apresentam uma melhor infraestrutura de acesso à internet.
Conforme José Calazans, analista do Ibope, a pesquisa foi aplicada em cidades maiores, pois elas sofrem menos influência da infraestrutura. “Quando a infraestrutura é eficiente, a influência da escolaridade fica mais clara”, explicou.
Dados do Censo
Para comprovar a influência da escolaridade no acesso à internet no Brasil, o Ibope aplicou esse conhecimento sobre todos os municípios por meio dos dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa concluiu que quanto maior for a renda e a escolaridade da cidade maior será a penetração da web. Segundo Calazans, a cada R$ 50 acrescentados à renda média da população do município, cresce um ponto percentual o índice de adesão à rede.
No entanto, o Ibope encontrou cidades que fogem da média nacional –
apesar de renda ou escolaridade baixa, a penetração à internet é maior
do que a esperada. Municípios pequenos do Nordeste conseguem ter um
acesso à web maior do que seus vizinhos pela população mais
escolarizada, conforme a pesquisa. Essas cidades têm como principal
característica a presença de uma universidade próxima.
|
Lucrécia (RN) |
|
|---|---|
|
População |
3.633 habitantes |
|
Área |
31 km2 |
|
Número de escolas |
5 (ensino fundamental) e 1 (ensino médio) |
|
Internet |
156 casas tinham PC com acesso à internet em 2010 |
|
* Informações do IBGE. |
|
Um exemplo é Lucrécia (RN), distante 290 km de Natal. Pela renda média
(R$ 673 por família), a cidade deveria ter 13% de suas casas com
internet. Porém o acesso chega a 15% dos domicílios. Segundo dados do
Censo 2010, 65% da população de Lucrécia não têm instrução, enquanto 5%
já concluíram a faculdade.
Internet via rádio
Primeiro da família a ter curso superior completo, Wellisson Costa, de 24 anos, acessa a internet todos os dias da casa onde mora em Lucrécia. Filho de trabalhadores rurais, ele comprou seu primeiro computador em 2010 para fazer pesquisas para a faculdade. Wellisson se formou em março de 2012 na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), na unidade de Patu (RN), a 30 minutos de Lucrécia.
Internet via rádio
Primeiro da família a ter curso superior completo, Wellisson Costa, de 24 anos, acessa a internet todos os dias da casa onde mora em Lucrécia. Filho de trabalhadores rurais, ele comprou seu primeiro computador em 2010 para fazer pesquisas para a faculdade. Wellisson se formou em março de 2012 na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), na unidade de Patu (RN), a 30 minutos de Lucrécia.
Wellisson, de 24 anos, comprou seu primeiro computador em 2010 para a faculdade (Foto: Arquivo Pessoal)
Logo depois de adquirir o netbook, ele contratou um plano de internet
de R$ 50 em conjunto com uma vizinha. “Não é das melhores, mas quebra o
galho. Como a internet é via rádio, tem muita interferência à noite ou
durante o dia quando chove”, disse Wellisson, que deixou de morar com os
pais quando entrou para a faculdade.
“Minha família sempre me incentivou a estudar. Meus pais moram em outra casa numa zona rural. Fui morar com meus avós porque era mais fácil para ir para a faculdade”, conta. O pai de Wellisson é analfabeto e a mãe estudou apenas até a 4ª série do ensino fundamental. Na casa dos avós moram também outros familiares. A renda é de dois salários mínimos para 13 pessoas. Ele é o único que usa o computador e acessa o Facebook diariamente.
Hoje, Wellisson está desempregado, mas, desde que começou a estudar, trabalha na área da educação. “Não tenho nada fixo, mas faço alguns trabalhos às vezes, como substituir um professor”, conta. Wellisson comprou seu computador com o dinheiro que juntou com uma bolsa do governo. Pagou R$ 1,3 mil à vista pela máquina. Ele conta que Lucrécia é uma cidade muito pequena, com pouca oferta de emprego. “As famílias se mantêm por meio da agricultura e de programas do governo federal”.
“Minha família sempre me incentivou a estudar. Meus pais moram em outra casa numa zona rural. Fui morar com meus avós porque era mais fácil para ir para a faculdade”, conta. O pai de Wellisson é analfabeto e a mãe estudou apenas até a 4ª série do ensino fundamental. Na casa dos avós moram também outros familiares. A renda é de dois salários mínimos para 13 pessoas. Ele é o único que usa o computador e acessa o Facebook diariamente.
Hoje, Wellisson está desempregado, mas, desde que começou a estudar, trabalha na área da educação. “Não tenho nada fixo, mas faço alguns trabalhos às vezes, como substituir um professor”, conta. Wellisson comprou seu computador com o dinheiro que juntou com uma bolsa do governo. Pagou R$ 1,3 mil à vista pela máquina. Ele conta que Lucrécia é uma cidade muito pequena, com pouca oferta de emprego. “As famílias se mantêm por meio da agricultura e de programas do governo federal”.
Wellisson, de Lucrécia, influenciou o irmão
Wandeson a comprar um computador
(Foto: Andison Araújo/Arquivo Pessoal)
Wandeson a comprar um computador
(Foto: Andison Araújo/Arquivo Pessoal)
Influência
Wellisson influenciou o irmão Wandeson Van Alves, de 21 anos, a comprar um computador. Ele mora com os pais na zona rural, mas começou a cursar letras na UERN em 2010 e viu a necessidade de ter um PC. Três meses depois de entrar na faculdade, o pai de Wandeson, que ganha um salário mínimo, comprou um netbook para ele.
Durante alguns meses, o estudante usava a máquina apenas para trabalhos acadêmicos. Porém, há 7 meses, resolveu comprar um modem da única operadora na região para se conectar à rede. "Quando preciso fazer algo mais pesado, que exige mais da internet, como baixar vídeos, eu uso o computador do meu irmão", conta Wandeson, que ganha R$ 200 em uma bolsa da faculdade. "Uso o chip do meu celular pré-pago para acessar a internet pelo computador. Pago R$ 0,50 por dia".
Wandeson tem perfil no Facebook há 3 anos e gosta de visitar portais de notícias, blogs e checar e-mails. "Quando coloco crédito no chip, acesso a internet todos os dias. Gasto cerca de R$ 15 por mês". O estudante conta que quando chega o inverno, a internet fica muito ruim por causa da chuva. "A página do Facebook demora uns 5 minutos para abrir", disse. Os pais nunca usam o seu computador. Quando eles precisam de algo que o PC pode ajudar, Wandeson faz para eles.
Wellisson influenciou o irmão Wandeson Van Alves, de 21 anos, a comprar um computador. Ele mora com os pais na zona rural, mas começou a cursar letras na UERN em 2010 e viu a necessidade de ter um PC. Três meses depois de entrar na faculdade, o pai de Wandeson, que ganha um salário mínimo, comprou um netbook para ele.
Durante alguns meses, o estudante usava a máquina apenas para trabalhos acadêmicos. Porém, há 7 meses, resolveu comprar um modem da única operadora na região para se conectar à rede. "Quando preciso fazer algo mais pesado, que exige mais da internet, como baixar vídeos, eu uso o computador do meu irmão", conta Wandeson, que ganha R$ 200 em uma bolsa da faculdade. "Uso o chip do meu celular pré-pago para acessar a internet pelo computador. Pago R$ 0,50 por dia".
Wandeson tem perfil no Facebook há 3 anos e gosta de visitar portais de notícias, blogs e checar e-mails. "Quando coloco crédito no chip, acesso a internet todos os dias. Gasto cerca de R$ 15 por mês". O estudante conta que quando chega o inverno, a internet fica muito ruim por causa da chuva. "A página do Facebook demora uns 5 minutos para abrir", disse. Os pais nunca usam o seu computador. Quando eles precisam de algo que o PC pode ajudar, Wandeson faz para eles.
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Nova Roma do Sul (RS) |
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|---|---|
|
População |
3.343 habitantes |
|
Área |
149 km2 |
|
Número de escolas |
4 (ensino fundamental) e 1 (ensino médio) |
|
Internet |
213 casas tinham PC com acesso à internet em 2010 |
|
* Informações do IBGE. |
|
Pouco interesse
Na região da Serra Gaúcha, o Ibope descobriu uma série de municípios que têm renda média alta, em comparação às outras cidades brasileiras, mas cuja penetração à internet é menor do que a esperada. Aplicando o conhecimento da escolaridade, o estudo identifica outros fatores para o baixo acesso, que interferem no interesse pela internet: são regiões muito rurais ou com grande parte da população idosa, por exemplo.
Na região da Serra Gaúcha, o Ibope descobriu uma série de municípios que têm renda média alta, em comparação às outras cidades brasileiras, mas cuja penetração à internet é menor do que a esperada. Aplicando o conhecimento da escolaridade, o estudo identifica outros fatores para o baixo acesso, que interferem no interesse pela internet: são regiões muito rurais ou com grande parte da população idosa, por exemplo.
É o caso de Nova Roma do Sul (RS), a 160 km de Porto Alegre. A renda
média da população é de R$ 2,4 mil, o que levou o Ibope a projetar 48%
dos domicílios com internet. Na prática, entretanto, apenas 21% das
casas têm acesso à web. Nessa cidade da Serra Gaúcha, 65% das pessoas
não têm instrução, e apenas 5% têm curso superior completo.
Sem computador em casa, Luciano Sartori, de 30 anos, acessa a internet
em Nova Roma do Sul pelo smartphone. Ele decidiu comprar um Galaxy SII,
da Samsung, por influência dos amigos, que também têm bons celulares.
Sartori pagou R$ 700 pelo aparelho em uma loja em Caxias do Sul, cidade
de mais de 400 mil habitantes que fica a 50 km de Nova Roma do Sul. O
município onde Sartori mora tem menos de 4 mil habitantes e a população
vive basicamente da agricultura, principalmente do cultivo de uvas.
Luciano, de 30 anos, tem uma chácara e gosta
de acessar a internet pelo smartphone para ver
informações sobre cavalos (Foto: Arquivo Pessoal)
de acessar a internet pelo smartphone para ver
informações sobre cavalos (Foto: Arquivo Pessoal)
Sartori mora com a mãe e trabalha em uma balsa da prefeitura que
transporta carros entre sua cidade e Nova Pádua (RS). Para completar a
renda mensal que varia entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil, ele cria cavalos e
bois em uma chácara que tem há cerca de 8 anos. Sartori não fez
faculdade, mas tem ensino médio completo, diferente da mãe, que não
chegou a completar o ensino fundamental.
Antes do Galaxy, Sartori tinha o modelo C3, da Nokia. Ele começou a acessar a internet pelo celular há quase 2 anos, mas não tem muito interesse em entrar na rede. A irmã, que mora em uma casa ao lado da sua, tem computador e internet em casa e era onde Sartori acessava antes do smartphone.
“Tenho Facebook há pouco mais de um ano. Como gosto de cavalos e rodeios, sempre acesso o site da ABBC – Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos – para ver notícias, além de pesquisar sobre cavalos”, conta. “Mas não uso muito [a internet]. Acesso todos os dias, mas fico pouco tempo”. No smartphone, Sartori também tem o aplicativo do Banco do Brasil, para acessar sua conta bancária.
Antes do Galaxy, Sartori tinha o modelo C3, da Nokia. Ele começou a acessar a internet pelo celular há quase 2 anos, mas não tem muito interesse em entrar na rede. A irmã, que mora em uma casa ao lado da sua, tem computador e internet em casa e era onde Sartori acessava antes do smartphone.
“Tenho Facebook há pouco mais de um ano. Como gosto de cavalos e rodeios, sempre acesso o site da ABBC – Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos – para ver notícias, além de pesquisar sobre cavalos”, conta. “Mas não uso muito [a internet]. Acesso todos os dias, mas fico pouco tempo”. No smartphone, Sartori também tem o aplicativo do Banco do Brasil, para acessar sua conta bancária.
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